Autora: Sheila Lima Wing
Editora: Independente
Ano: 2017
Número de páginas: 127
Onde comprar: Louco amor de fã
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐
Resenhista: Ariela Oliveira


Sinopse: Imagine o que aconteceria se seu maior ídolo passasse um fim de semana na sua casa... tentador, não? Eu não pensava assim.
     Se já não bastasse uma família que não me compreende, de repente surgiu a difícil tarefa de manter minha melhor amiga longe de uma desilusão amorosa com seu cantor favorito, uma confusão que acabou reacendendo sentimentos que há muito tentava esconder de todos. Essa coisa de ser fã é difícil demais, com certeza não queria voltar a sofrer por alguém que nem sabe que eu existo... Que tal me acompanhar nesse romance um tanto incomum?
     "Era como se aquele louco amor de fã permanecesse vivo, pulsante, uma entidade imortal entre tantas coisas que simplesmente sumiam com o tempo".
     "Louco Amor de Fã" é uma obra YA leve e inusitada, perfeita para quem quer se apaixonar em poucas páginas!

“Seja lá qual forma de amar nos aguardasse na próxima página, agora sabia que só era preciso mergulhar mais fundo nesse romance um tanto incomum.”

Resenha: Quem nunca foi fã número um de alguém e sonhava em poder ficar perto de seu ídolo ou até mesmo que ele (a) soubesse de sua existência? A Maria das Dores da Costa Dias, ou simplesmente Madori, com seus quinze anos de idade sonhava acordada com o dia em que conheceria Teo Queiroz, um colunista de quem ela era fã incondicional apesar de não saber nem como era aparência dele, pois Teo não revelava seu rosto nem por foto.
 Madori resolve escrever uma carta para Teo e quão grande é sua surpresa quando ela recebe uma resposta de seu tão amado colunista! Finalmente Dori teria um assunto para conversar com suas irmãs que tanto implicavam com ela, mas as meninas riram dela e de seu ídolo e isso fez com que Madori blindasse seu coração contra esse amor impossível.
Já com vinte e dois anos Madori ainda tem problemas com as irmãs e sua relação com o pai não é das melhores, o que ela mais quer é juntar o dinheiro necessário para comprar a casa em que mora com a melhor amiga Lívia Magalhães e assim conquistar uma maior independência. A oportunidade de ganhar um dinheiro extra surge de uma ideia de Lívia: deixar a casa das duas à disposição de Cássio Lira, cantor sertanejo do qual Liv é grande fã e que irá fazer um show na cidade das duas amigas no fim de semana. Apesar da preocupação Madori aceita a proposta e por alguns dias acaba tendo que enfrentar um cantor convencido que chega acompanhado por Karol, uma moça um tanto quanto peculiar. Dori tenta proteger a amiga de ter seu coração partido, mas esse fim de semana promete muitas aventuras e descobertas para ela mesma.
Gostei especialmente de um trecho da história onde Madori está passando por momentos de dúvidas e incertezas e vai até uma igreja espairecer, lá um padre a tranqüiliza e acho que foi um momento lindo do livro com uma frase marcante.

“O problema de quando temos poucas estrelas no nosso universo é que quando uma delas se apaga, parece que estamos envoltos em escuridão.”

Em cada início de capítulo conhecemos frases e pequenos poemas de autores amigos da Sheila e durante a história temos sugestões de livros nacionais já que a protagonista é uma leitora voraz e não abre mão de seu Kindle. Há várias referências na história, por exemplo, a série Doctor Who, Power Rangers, o anime Naruto e até mesmo Harry Potter.
A história é narrada em primeira pessoa, a leitura flui facilmente e é um livro rápido de ser lido. Sheila conseguiu me enganar direitinho com determinado personagem e me cativou da primeira até a última página. Ela escreve muito bem e já estou com vontade de ler a trilogia “Doce sonho alado” também de sua autoria, aliás, já me considero grande fã dessa brilhante autora.
“Louco amor de fã” é um YA leve e fofo e o romance inusitado que acontece no fim da história deixa tudo divertido.

“E a vida continuava boa demais, porque meu universo estava iluminado com uma nova ‘estrela’, e agora eu sabia a importância de conservar essa luz.”





Autora:  Cecília Mouta
Editora: Chiado
Ano: 2017
Número de páginas: 346
Links para compra do livro: 
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐
Resenhista: Ariela Oliveira

Sinopse: Izzy é fascinada pela neve, o inverno é sua estação do ano preferida. Todos os dias, na escola, ela se diverte com seus melhores amigos: Lil, Sam e Mat. Porém, Lil sofre de pesadelos e toda vez que os tem, algo ruim acontece em seguida.
     Naquele ano o inverno estava diferente, intenso. E, certo dia, Lil tem um pesadelo que muda completamente a vida dos quatro amigos. Os episódios seguintes levam o leitor a viver momentos emocionantes nas descobertas que Izzy faz sobre a própria vida. Até que chega o momento crucial em que ela tem que fazer uma escolha que poderá colocar um ponto final em toda a sua história até ali, inclusive na amizade com sua melhor amiga Lil.

“A verdade era que não importa se vivemos oito ou oitenta anos. A vida sempre será curta, porque sempre haverá sonhos a serem realizados, e não teremos tempo para eles.”

Resenha: Sabe aquele livro que te faz ter diversas sensações e sentimentos? “É inverno” da autora Cecília Mouta é exatamente esse livro.  
            Iniciei a leitura com uma expectativa muito grande para com esse livro e a história não me decepcionou. Confesso que no meio do livro fiquei bem perdida com determinado acontecimento, mas no decorrer das páginas tudo foi explicado e nenhum ponto da história ficou solto.
            Izabel ou simplesmente Izzy, é uma menina de oito anos prestes a comemorar seu nono aniversário, que mora com seus pais e é apaixonada pelo inverno e pela neve. Todos os dias na escola são passados ao lado de seus melhores amigos, Lil, Mat e Sam. O quarteto é inseparável e se divertem bastante juntos.
            Lílian, a Lil, tem uma característica peculiar, às vezes ela tem pesadelos e quando os tem algo ruim acontece. Em uma manhã que poderia ser normal Izzy chega à escola e percebe que sua amiga está diferente e a mesma revela que um sonho ruim é o motivo de sua tristeza e preocupação. Algo péssimo acontece na vida real e os quatro amigos são afetados de forma muito significativa por esse acontecimento. A partir daqui se eu revelar muita coisa vai acabar sendo spoiler, mas posso dizer que após o ocorrido acontece uma evolução muito grande na vida dos personagens e que muda completamente o destino deles, especialmente de Izabel.

“- Fico feliz que esteja crescendo e amadurecendo, Izzy.- Às vezes não temos escolhas, mãe – voltei a olhar pela janela. – Eu não gostaria de crescer, mas a vida não nos dá essa opção.”

            O livro é narrado em primeira pessoa pela Izzy, gostei disso porque o leitor pode entender tudo que ela está passando e sentindo. No início da história em alguns trechos descritos pela protagonista eu não conseguia imaginar ela com apenas oito anos, parecia um pouco mais madura, mas acho que a autora conseguiu desenvolver bem isso. É possível perceber na Izzy aquela fase em que a criança ainda faz alguns questionamentos “infantis”, mas ao mesmo tempo consegue entender assuntos mais complicados, mais “adultos” e tem uma sensibilidade muito grande.

“Não é porque crescemos que devíamos apagar os significados da nossa infância. Afinal, a infância era a parte da vida onde éramos mais inteiros.”

            Já comentei em outras resenhas como eu gosto quando o autor cita outro autor, livros ou músicas e a Cecília Mouta fez isso citando trechos da música “Fix you”, uma música linda e marcante da banda Coldplay.

“Lights Will guide you home and ignite your bones and i Will try to fix you
Luzes vão te guiar para casa e incendiar seus ossos e eu vou                                          tentar consertar você.”  
Escrever sobre “É inverno” é escrever sobre sensações porque como eu citei no início da resenha essa foi uma das coisas que o livro me proporcionou. Em um trecho da história os amigos estão na escola e uma tempestade se aproxima. Relâmpagos brilham no céu e todas as crianças são orientadas a permanecerem dentro da sala. Lá fora já parece noite por conta da chuva torrencial e isso deixa todos assustados, mais especialmente Lil que estava muito nervosa. Lendo esse trecho retornei ao ano de 2007, no ensino fundamental, quando um fato exatamente igual aconteceu comigo. Pareceu tudo real novamente, olhar pela janela da sala de aula e ver o céu escuro como noite e a professora pedindo para todos se acalmarem que logo a tempestade iria passar. Esse misto de sensações e lembranças foi o que mais me agradou e marcou.

“[...] mesmo triste nunca deixe de se encantar pelas coisas simples que sempre lhe encantaram antes.”

            “É inverno” tem frases lindas e marcantes. Amizade, família, a importância de aproveitar cada minuto da vida e valorizar as pessoas que estão ao nosso redor são temas muito bem retratados no decorrer da história e o final passa uma mensagem muito bonita. Mais um livro nacional que entrou pra minha lista de favoritos nesse ano

“As pessoas viviam se perdendo no futuro ou no passado e acabavam deixando a possibilidade de viver o tempo presente.”


            Conheça um pouco sobre a autora:



Cecília Mouta nasceu no interior do Estado do Rio de Janeiro, em 1993. É graduada em Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica (PUC - Rio). Além de romances, ela também se dedica a escrever roteiros, poesias e a fazer composições. Apaixonada pela música, ela toca violão e estuda piano. É a autora de "O Colecionador de Borboletas", publicado pela Novo Século em 2012.




Sinopse:  Nicolas já não era mais um garotinho que vivia grudado à sua mãe. Ele havia crescido e, com isso, ele não era exatamente o que todos esperavam da criança que um dia havia sido. Nico cresceu como o reflexo do pai, um tanto quanto introspectivo. O mesmo havia acontecido com Branca, que cresceu com a personalidade mais parecida com o do pai, que a da mãe. Mas, exatamente por isso, ela era o oposto de Nico. Enquanto o jovem adulto era objetivo e literal, Branca era espirituosa e espontânea. No entanto, nem sempre ambos podiam fugir da convivência do outro, além de amigos em comum, tinham pais amigos do outro, criando assim, um elo, mesmo sem eles quererem, entre o outro. Mesmo com barreiras invisíveis entre eles, uma faísca foi acesa quando um beijo foi dado. Eles eram jovens e, às vezes, imaturos. Sendo assim, esqueceriam seus medos para viver um amor? E seria o amor realmente capaz de sobrepor qualquer problema? Nicolas era soronegativo; Branca, positivo.
          
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  “Amar você” é um romance da nossa autora parceira Jasmin Palumbo. É o primeiro livro do spin-off  “Você” da trilogia “Os Amantes”. Não tendo nenhuma necessidade de ter lido nenhum livro da trilogia antecessora para entender este livro ou os demais desta atual série. Ele está disponível no Wattpad e em breve será lançado na Amazon.
   Lendo os primeiros capítulos do livro já pude perceber que “Amar você” nos trará uma história envolvente. Um romance entre dois jovens que aparentemente não têm nada em comum, mas que terão seus destinos unidos. O livro é narrado em primeira pessoa e os capítulos intercalam o ponto de vista dos protagonistas, Nicolas e Branca, algo que sinceramente me agrada muito, pois assim conseguimos “entrar na cabeça” de cada um dos personagens.
   Já simpatizei com a Trícia melhor amiga de Branca. A amizade entre elas surgiu de uma maneira simples e as duas se dão bem juntas.  Estou curiosa para descobrir como será a aproximação de Nico e Branca que em um primeiro momento não sentem nem vontade de ficarem perto um do outro e tenho certeza que a Jasmin irá surpreender o leitor.
    A história não irá falar somente de amor, mas especialmente sobre a vida, com as dificuldades, doenças e sofrimentos e também momentos felizes.
    Vou deixar o link para acompanhar “Amar você” pelo Wattpad e também de outros livros da autora, basta clicar no título do livro.





Volume I - Prazer, Destruidor
Volume II - Prazer, Puritano
Volume III - Prazer, Pecaminoso



Volume I - Deixe-me te amar
Volume II - Arrisque-se e ame
Volume III - Envolva-se no amor

Livros da autora no Wattpad:







Autor: Ronaldo Viana S.
Editora: Ágape
Ano: 2017
Número de páginas: 256
Nota: ⭐⭐⭐
Resenhista: Kaah Mayer
  
Sinopse: Pessoas são diferentes. Pessoas são únicas. Pessoas têm nome e, neste livro, o nome Albert poderia ser substituído por John, Dimitri, Sarah, Giulia, poderia até ser Kurt ou qualquer outro. Poderia ser o seu, poderia ser o meu. Lendo este livro, é possível que você ria com Albert, que chore com ele. E é bem possível que você o ame. Talvez você se veja nesse garoto e queira entrar nas páginas desta obra e defendê-lo - ou defender-se - de seus agressores. Meu nome é Albert! é uma obra baseada em fatos reais. Nela o autor reviveu a própria história e a de milhares de pessoas ao redor do mundo, talvez até a sua. Uma história que é vivida por muitos, mas que não deveria pertencer a ninguém.

  Resenha: "Perfeição". Ninguém é perfeito... todos sabemos disso, porém, não falo do tipo de perfeição que está pensando, falo, na verdade, do que realmente consideramos imperfeito: o ser humano. Imagine só, você com apenas três dedos na mão, três dedos anões, agora, volte 43 anos atrás, no ano de 1974, em uma cidadezinha na Alemanha, onde o preconceito era comum, esta é a história de Albert, um garoto de apenas um único amigo que ninguém conhece, além de sofrer bullying, Albert recebe agressões físicas por conta do seu problema e por ser um garoto muito esperto para seus onze anos. Albert sempre foi muito calmo, mas nem tudo são rosas na vida dele e ele acaba questionando a Deus sobre o porque tê-lo feito diferente dos outros. Apesar de todo o sofrimento Albert não revela quem é seu amigo.
     O livro foi interessante, minha primeira experiência com livros deste gênero e foi divertido poder começar com esse livro. "Meu nome é Albert!" trás a tona a vida naquela época, me deixou imaginando como tudo era e foi um livro divertido e intenso, porém a construção psicológica dos personagens é muito parecida, muitas vezes eles pareciam a mesma pessoa, porém eu pude me perder em diversas linhas deste livro, o que nas voltas e reviravoltas o deixou melhor.



Autora:  Jasmin Palumbo
Editora: Independente
Ano: 2016
Número de páginas: 268
Nota: 4
Resenhista: Ariela Oliveira


Sinopse: Pollyana Battle está de volta à Los Angeles; Califórnia, depois de uma temporada exaustiva em uma competição mundial de surf. Em Los Angeles, sua primeira parada depois de descansar em casa é à uma academia.
Contudo, o que a jovem Battle não imaginava é encontrar-se com Corey “Destruidor” Lancaster. O maior rival de seu irmão, Cam “Pecaminoso” Battle, no ringue, na academia. Ambos são lutadores de MMA profissional.
     Quando Corey a vê, já sabe que precisa tê-la.
     Quando o Destruidor acha que a “mocinha” não é irmã de Cam, mas sim esposa, ele se encontra nunca fissura estúpida para levar a que ele achava ser, mulher de Cam, o “Pecaminoso”, para cama.
     Corey é charmoso e másculo, mas o que tem no tamanho, tem em delicadeza quando quer. E ao estar ao lado de uma mulher como Polly, o Destruidor sempre tão impassível em sua rotina, encontra-se bobo e distraído pela única mulher que, nem mesmo ele, parece conseguir domar.
     Polly é carismática e bela, mas o que tem em sedução, tem em destreza. E ao estar ao lado de um homem como Corey, a Battle sempre tão indomável em sua vida, encontra-se passível e distraída pelo único homem que parece saber como acertá-la em cheio... No coração.
     É uma briga de titãs. Uma batalha de lutadores dentro e fora do ringue.
    Ela é uma dama de ferro e ele um cavalheiro de aço.
    Só que há um porém: o aço precisa do ferro para existir.

“Sim, ela era o seu vício e seu remédio controlador. Quanto mais dela ele tinha, mais ele queria ter.”

Resenha: Pollyana Battle, ou simplesmente Polly, é uma surfista profissional que está de volta a Los Angeles a fim de passar suas férias em casa com os irmãos Cam e Peter. Cam, o “Pecaminoso” é lutador profissional de MMA e Peter o caçula da família é estudante de engenharia.
  Corey “Destruidor” Lancaster é o maior rival de Cam dentro dos ringues e ambos terão que se enfrentar novamente em uma luta que poderá decidir o futuro da carreira de cada um deles.
  Quando Polly chega a Los Angeles decide ir treinar na mesma academia que Corey e assim que eles se vêem decidem que precisam ter um ao outro e nesse instante o desejo e a paixão falam mais alto. Eles entendem que ficarem juntos não é o mais sensato no momento. Corey pensa que Polly é esposa de Cam por usar o sobrenome Battle e a surfista sabe que se envolver com o “Destruidor” pode não agradar seu irmão.

“Quem destruiria o outro primeiro? Quem seria o primeiro a jogar a toalha e admitir a derrota logo no primeiro round daquela sedução prazerosa?”

  O romance entre eles acontece naturalmente, não se preocupam com o amanhã, não há cobranças, simplesmente se divertem juntos e ficam bem na companhia um do outro. No livro são descritas muitas cenas quentes entre o casal então a leitura não é recomendada para menores.
  Apesar de Corey ser o “Destruidor” dentro dos ringues ele é um homem honrado e sabe como tratar bem uma mulher. Ele se preocupa com Polly e cuida dela da maneira mais bondosa e doce que um lutador de MMA conseguiria fazer. Ele tem um bom coração.

“Aos trinta e um anos, não era um homem à moda antiga; era um homem com o costume antigo de respeitar e valorizar uma mulher.”

  A relação entre os irmãos é algo que me agradou muito durante a leitura. Eles cuidam um do outro e tiveram que aprender a fazer isso desde muito cedo. Cam acaba sendo como um pai para Polly e Peter e mesmo tendo todos os motivos para desistir e dar errado na vida eles se esforçaram e alcançaram muitas conquistas sempre se mantendo unidos.

“Ela cresceu assim. Eles cresceram assim. Estava no sangue daqueles Battle, a honestidade acima de qualquer coisa.”

  Todos os personagens são muito bem construídos e o livro passa muitas mensagens positivas. A história é narrada em terceira pessoa e mescla os acontecimentos na vida de Corey e Polly. Algo que me agradou bastante foram as referências dentro da história, sedo citado Stephen King e até mesmo Simpsons e South Park.
  A autora tem a intenção de quebrar preconceitos com essa história, por exemplo, como as pessoas são rotuladas de acordo com a personalidade. Polly tem caráter e age da forma como acha melhor sem se importar com o que as pessoas possam pensar dela
  Embora seja um livro hot com bastante detalhe no romance entre o casal a leitura não é cansativa. Há mais história do que simplesmente as cenas quentes então o livro não é apelativo.
  Gostei muito da história. Determinado acontecimento perto do fim fez meus olhos lacrimejarem e posso dizer que valeu a pena cada minuto empregado nessa leitura.



Olá minha gente!

Agosto é o mês dos pais, quando estava pensando em um tema para essa coluna considerei várias ideias sobre pais da Fantasia. Minha primeira ideia foi uma lista com as grandes figuras paternas da literatura fantástica, e seria uma lista enorme, mas depois pensei, quem é o grande pai da literatura fantástica? Eu poderia citar dois aqui que, na minha opinião, marcaram a literatura mundial e, não por acaso eram grandes amigos. C. S. Lewis e J. R. R. Tolkien. Hoje vamos falar sobre Tolkien, o Pai da Fantasia.

John Ronald Reuel Tolkien nasceu na  República do Estado Livre de Orange, que atualmente fica na África do Sul, em 1892. Se mudou para a Inglaterra com a família aos três anos de idade. Morreu em 1973, aos 81 anos.

Tolkien fez licenciatura na faculdade de Letras em Exeter. Foi filosofo e professor universitário de inglês, literatura inglesa e anglo-saxão na Universidade de Oxford entre 1925 a 1959. Participou ativamente da Primeira Guerra Mundial, logo depois começou seus escritos sobre Eä, um enorme universo em que está inseria a Terra Média.

A ideia para o Hobbit surgiu em 1928 enquanto Tolkien examinava documentos de alunos.
 “Um dos alunos deixou uma das páginas em branco – possivelmente a melhor coisa que poderia ocorrer a um examinador – e eu escrevi nela: Em um buraco no chão vivia um hobbit, não sabia e não sei por quê. ” 
O livro só foi concluído e publicado em 1937. Com o enorme sucesso a editora solicitou uma continuação, Tolkien apresentou o rascunho de O Silmarillion, uma coletânea que descreve o universo da Eä em que se encontram as terras de ValinorBeleriandNúmenor e da Terra Média. O editor rejeitou o projeto e Tolkien começou então a trabalhar em uma continuação para O Hobbit, que mais tarde se tornou O Senhor dos Anéis.

O Senhor dos Anéis levou doze anos para ser escrito e só foi entregue para a editora em 1949. Tolkien insistiu em publicar o SIlmarillion e o Senhor dos Anéis juntos, em dois volumes, mas a editora recusou, o que acarretou um rompimento com a editora. Alguns anos depois, com extensa negociação, a Editora Collins publicou O Senhor dos Anéis em três volumes, sendo os dois primeiros em 1954 e o ultimo em 1955.
“[criei] um Mundo Secundário no qual sua mente pode entrar. Dentro dele, tudo o que ele relatar é "verdade": está de acordo com as leis daquele mundo. Portanto, acreditamos enquanto estamos, por assim dizer, do lado de dentro. ”
O livro foi um sucesso, apesar da crítica negativa. Nos anos 60 virou uma obsessão na América.

Tolkien publicou outros Sete livros em vida, muito nunca traduzidos para o Português, e se aposentou em 1967. Ficou viúvo em 1971. Em 1972 recebeu seu mais importante título, Ordem do Império Britânico, dada pela Rainha Elizabeth, uma das maiores honras britânicas.

Tolkien faleceu em 2 de setembro de 1973 deixando um dos maiores legados da literatura mundial. Seu filho Christopher editou e publicou O Silmarrillion, o livro que o pais considerava sua obra prima, e que escreveu durante toda a vida.


Meu contato com a obra de Tolkien começou a muito anos com os filmes da Trilogia do Anel, apenas recentemente iniciei a leitura de sua obra, e o pouco que já li me encantou profundamente. Não é por acaso que a maioria das obras de fantasia moderna têm um pé na Terra Média, é uma obra prima.
John Ronald Reuel Tolkien




Editora:  Independente
Ano:  2016
Número de páginas: 117
Nota: ✮✮✮✮✮
Resenhista: Ariela Oliveira

Sinopse: É possível alguém não saber amar? Violeta acredita que sim.
A menina de 15 anos de idade, viciada em biscoito recheado de baunilha e fã da banda Coldplay odeia o amor com todas as suas forças, enquanto a romântica Duda se apaixona quase todos os dias. Junto a Nico - o menino calado, que gosta de anime e que completa o trio inseparável de amigos - Violeta bola diversas armações para afastar Duda de suas paixonites e se vê em algumas roubadas, como poder perder a amizade de sua melhor amiga e sustentar suas convicções sobre os seus sentimentos.
     Será que Violeta não sabe mesmo amar?

“Nasci para ser livre! Nasci para ser luz, não lâmpada! Então, por favor, me deixe solta!” 

Resenha: Violeta Assis Novais, uma menina de quinze anos com personalidade forte e decidida, afirma com toda certeza que nunca irá se apaixonar e odeia o amor, não amor entre pais e filhos ou entre irmãos, o amor entre casais. Ela se diz “vacinada contra o amor” e odeia cupidos e todas essas coisas românticas.
   Quando ela tinha onze anos de idade seus pais, Andréa e Walace se separaram e isso deixou marcas em Violeta que a partir de então desacreditou na possibilidade de existir o “felizes para sempre”. Agora aos quinze, quase dezesseis anos, ela foge de qualquer tipo de paixonite, não que nenhum garoto a interesse, mas Violeta entende que está melhor vivendo assim.
   Quanto tempo levará para esse coraçãozinho descobrir o amor?

“Enquanto ela fica esperando o príncipe em seu cavalo eu quero montar no dragão e sair pelo mundo.”

       Vi tem dois melhores amigos e o trio é inseparável. Maria Eduarda, a Duda é o seu oposto, acredita cegamente no amor, é muito romântica e se apaixona facilmente. Duda assim como Violeta é filha de pais separados, mas isso não a impede de acreditar no amor e ela sonha com o dia em que irá encontrar seu pai José Luís que abandonou ela e sua mãe quando Duda ainda era muito pequena;
   Nicolas, ou simplesmente Nico, é um menino quieto, muito inteligente que gosta de livros e desenhos japoneses. Mora perto de Violeta e sempre tem um pacote de biscoito de baunilha na mochila. Ele completa o trio de amigos: “a cética, a encantada e o nerd”.

“Ela sempre foi do tipo romântica. E quando falo isso, não é somente a menina que esperava pelo príncipe encantado, mas a que se bobeasse via até unicórnios.”
   Duda sempre encontra alguma nova paixonite na escola e quando Rodrigo sorri para ela de uma forma diferente ela jura que é amor de verdade e os dois logo começam a namorar. Isso deixa Violeta incomodada, pois ela não consegue confiar no garoto e tenta de todas as formas abrir os olhos da amiga mesmo colocando em risco a amizade das duas.
   O livro é narrado em primeira pessoa por Violeta. É uma leitura rápida e a história flui facilmente, uma coisa que me encantou e me prendeu já que fiquei curiosa para descobrir o final e li o livro em uma noite. Lucinei Campos escreve de uma forma muito divertida, com muitas doses de humor. Peguei-me diversas vezes rindo das falas e pensamentos de Violeta.
   Outra coisa que me agradou nesse livro foram as referências que o autor usou no decorrer da história, citando um anime, músicas e filmes. É engraçado a revolta de Violeta para com os clichês de filmes românticos.
Ohhh... Que meigo! Estou vomitando arco-íris. Vendo pôneis e comendo nuvens rosa. Só que não!
   “Violeta não sabe amar” entrou para minha lista de livros favoritos. Os personagens são muito bem desenvolvidos, os diálogos são curtos, o tema “família” é muito bem abordado e passa uma mensagem legal. Todas as questões são resolvidas no final, mas fica um “gostinho de quero mais”, pois Lucinei realmente consegue cativar o leitor.

“É como você olha a vida que faz a diferença, e não de onde.”

  
 Lucinei M. Campos tem mais dois livros publicados. Confira as sinopses:


Lavínia é uma menina de 9, quase 10 anos, um pouquinho diferente das outras de sua idade. Sem amigos na escola, sem um contato maior com seus pais, leva uma vida muito solitária para alguém tão pequeno. Seu único amigo, Leo, é quem divide com ela os anseios e questionamentos de sua infância, suas arquitetadas fugas dos Valentões e Marrentinhas que a perseguem na escola. Tudo muda quando recebe de presente uma fada, chamado Lorivaldo e que odeia seres humanos. Juntos, vão descobrir a magia escondida no mundo e os segredos da Árvore dos Tempos.


Foto retirada do Skoob
Em Lavínia e a Magia Proibida, mais uma vez, a menina se verá junto aos seus amigos inseparáveis: Léo, um menino muito criativo, que imagina mirabolantes batalhas entre seus bonecos, e Lorivaldo, a fada mais rabugenta que já se viu, condenada a ficar com a menina, como castigo por ter cometido crimes em ambos os mundos.
          Criaturas mágicas de caráter duvidoso, conhecidas como ilegálgicos, estão chegando ao Brasil, no momento em que acontece um dos maiores eventos esportivos: a Copa do Mundo de Futebol. Agora, a menina com 10, quase 11 anos de idade, além de seus problemas com as Marrentinhas e com os Valentões, que continuam lhe perseguindo na escola, terá a estranha chegada de um bruxo obscuro à cidade. Sua presença trará perigo para os três, que vão descobrir que há muito mais mistérios em nosso mundo do que possamos imaginar.
         Desde que os segredos por trás da imponente Árvore dos Tempos foram desvendados, Lavínia corre o risco de ser capturada para fins sombrios, cercada de uma magia forte e proibida. Ela terá que encarar com outro olhar a emocionante aventura que está a sua frente.




Escritora: Jasmin Palumbo
Editora: Independente 
Ano: 2 edição 2017
Número de páginas: 581
Resenhsta: Raiany Souza
Nota:




Sinopse: Emma Patterson aprendeu a amar um homem quase impossível de se amar. 
 Logan Cipriano era seu chefe, ele era rude, grosso, impassível... Tudo o que ela odiava e mantinha distância, até conhecê-lo.
 Ela era uma mãe, forte e intensa, não era uma mulher de abaixar sua cabeça, e com ele não seria diferente.
Nunca um homem a colocaria para baixo, a não ser no sentindo sexual. Mas ela não imaginava que aquele homem tão absurdamente lindo e impassível se tornaria sua paixão. 
Uma paixão que veio do nada. Assim como uma queda de paraquedas.
 Esta história não é de um amor bobo. São de dois adultos. Errados, complicados, mas, acima de tudo, amantes. 
Sim, essa é uma história para humanos que pecam - e muito -, mas que, principalmente: amam.
 Logan Cipriano não se deixa amar... E, mesmo assim, ela o amou, mas antes de tudo se tornar rosas, houve muitos espinhos... 





Resenha: 
Após perder seu irmão e a esposa dele em um acidente de avião, Emma ganha a guarda de seu sobrinho e é obrigada a mudar completamente sua vida. 

 Antes festeira, agora responsável, a srt. Emma Petterson consegue uma entrevista de emprego em uma das melhores empresas de marketing. Dizem que o chefe é um bruto sem coração, mas para Emma não será difícil coloca-lo em seu devido lugar. 
 Na primeira etapa da entrevista ela conhece Richard, o sócio e amigo do sr. Cipriano. Richard exala simpatia e sensualidade, sem falar do sorriso matador sempre preso ao seu rosto.
 Quando Emma passa pela primeira etapa e entra no escritório do seu mais-novo-possível-chefe, o destino revela suas garras. É um rosto familiar, de uma tarde ensolarada no parque envolvendo seu sobrinho/filho Nicolas e um velhinho na sua cadeira de rodas. O mesmo homem que ela chamou de "bonitinho nojento" comandava a empresa para quem ela tanto queria trabalhar.
 Logan nem sempre foi frio como o gelo. Ele se culpa pela morte da irmã e de seu sobrinho, quando ambos foram mortos no caminho de sua casa para visita-lo. Mas o coração gelado do sr. Cipiano é colocado em risco pelo calor de Emma.

Muitas vezes reclamamos por sofrermos tanto com tudo, mas quem sofre sempre será capaz de amar. E quem não sente nada? E quem passou uma vida sem sentir qualquer coisa?

 Ele tentou manter suas mãos longe da mais nova secretaria, mas quando estavam juntos tudo parecia tão... certo e intenso. 
 Os protagonistas - Emma e Logan - são incríveis. Ela é o que eu gosto de definir como "mulher independe" - aquela dona de si, que batalhou por tudo o que conseguiu sem esquecer a humildade-, além de se mostrar uma ótima mãe. Ela é calorosa, no sentido de amigável e esbanja felicidade. Já Logan parece frio como um bloco de gelo. Ele se fechou para todos. O típico "CEO rude e insensível" dos romances hot atuais. Porém, o que o diferencia é que não vemos Logan como "superior" a todos. Ele tem defeitos, e eles são bem explícitos no decorrer da obra.


"Amor não se sustenta apenas com amor. Amor se sustenta com uma série de outros sentimentos. Você começa a imaginar que ama alguém não porque ela é boa demais, mas porque você percebe que ela não é, e mesmo conhecendo suas imperfeições, você tolera ficar com essa pessoa."

 Nicolas é o personagem de quem eu mais gostei. Ele é o sobrinho/ filho de Emma. A criança mais adorável de todas, nem parece essas que se jogam no chão do supermercado por causa de doce kkkk. Eu creio que ele seja o principal fator para que Lomma (meu shipp Logan e Emma e.e) aconteça - e aconteceu. 

—Quando você encontrar o amor da sua vida, o que você vai fazer a ela? —perguntei a Nicolas, quando estávamos jogados no sofá de nosso apartamento. (...)—Quando eu a achar, vou respeitá-la acima de tudo, amá-la mais ainda e nunca ser impaciente. —sorri. Isso era o que eu sempre falava com ele. "Respeite-a acima de tudo. Ame-a mais ainda. Nunca seja impaciente."

—Eu também te amo.
—Até o infinito e além. —ele sussurrou nossa "adaptação" da frase clássica de Buzz Lightyear em meio a um bocejo.

 Ja li muitos livros com conteúdos parecidos mas essa obra se sobrepôs pela realidade presente na história. Não é como se precisasse de uma ex maluca e psicopata para acabar com o romance do casal, ou que ambos fizessem o famoso "cu doce" para prolongar a trama e criar o falso suspense de "vão ou não vão ficar juntos?". 
 Em Deixe-me te amar, temos adultos que arcam com as consequências de seus atos. Que não temem amar, e sim, serem destruídos.

Eu estava apaixonada por Logan não por motivos de beleza, ou atenção, ou pela sua perda. Eu estava apaixonado por ele sem ter um motivo para me apaixonar. Estava apaixonada porque paixão vem do coração e não tem razão quando ela vem. Estava apaixonada, porque simplesmente estava.

AVISO: Não recomendado para menores de 18 anos.
Conteúdo sexual pesado.

SEGUNDO LIVRO: Arrisque-se e Ame
TERCEIRO e último: Envolva-se no Amor 


Obrigada pela visita!